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A igualdade entre mulheres em homens em Conferência Nacional
27 Mai 2021
A igualdade entre mulheres em homens em Conferência Nacional
A igualdade entre mulheres em homens em Conferência Nacional

SITUAÇÃO ACTUAL

DAS MULHERES TRABALHADORAS

EM PORTUGAL

SÍNTESE
 
  • Em 2020 havia 2.330 mil mulheres empregadas no nosso país, 2.071 mil das quais a trabalhar por conta de outrem (89% do total). 
  • A precariedade em 2020 atingia mais de 712 mil trabalhadores, 373,5 mil dos quais mulheres (52% do total). 
  • As trabalhadoras ganham salários ainda mais baixos do que os trabalhadores do sexo masculino: 14% em média; nos ganhos mensais o diferencial global sobe para 17,8%, 
  • Em 2020 cerca de 26% das mulheres trabalhadoras receberam o salário mínimo nacional, tendo havido um aumento em relação a 2019. 
  • Portugal é o quarto país da União Europeia onde se trabalha habitualmente mais horas por semana a tempo completo. 
  • O número de trabalhadores em teletrabalho variou entre um milhão logo no início da pandemia (abrangendo 22,6% do emprego) e 563,5 mil no final de 2020 (11,6% do emprego), tendo subido para cerca de 968 mil no 1º trimestre de 2021 (20,7% do emprego) devido ao segundo confinamento. 
  • Em 2020, fruto da situação que estamos a viver desde o aparecimento da Covid-19, houve uma nova queda da natalidade: o número de nascimentos diminuiu 2,5% face a 2019.
  • Verifica-se o adiamento da maternidade o que, se for muito prolongado, pode inviabilizar a intenção de ter mais filhos.
  • 16,5% da população activa portuguesa ao longo da sua vida profissional, já viveu alguma vez uma situação de assédio, segundo o estudo mais recente (2016).
  • Os problemas ósseos, articulares ou musculares foram identificados como os mais graves por 59% das mulheres trabalhadoras com problemas de saúde relacionado com o trabalho, seguindo-se o stress, a depressão ou ansiedade (23%).
  • Estavam desempregadas ou subocupadas 414 mil mulheres trabalhadoras em 2020, mais 3,8% do que no ano anterior.
  • Os cuidadores informais são maioritariamente mulheres (64%) com idades compreendidas entre os 25 e os 54 anos (69,5%), e que prestam cuidados a tempo inteiro.
  • O Índice de Preços de Habitação aumentou 8,4% em 2020.
  • As mulheres têm um risco de pobreza superior aos homens (16,7% face a 15,6%), em virtude dos seus salários serem muito baixos, assim como todas as prestações que deles dependem.

FONTE: CGTP-IN

 
 
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