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Jovens trabalhadoras nas Manifestações do Porto e de Lisboa
30 Mar 2022
Jovens trabalhadoras nas Manifestações do Porto e de Lisboa
Jovens trabalhadoras nas Manifestações do Porto e de Lisboa

A queda do emprego entre os mais jovens, mulheres e homens, deve-se quer à diminuição da natalidade, que se vem verificando há várias décadas, quer à emigração, que empurrou para fora do país milhares de jovens, quer ainda porque as/os jovens foram o grupo etário mais afectado pela destruição de emprego durante a pandemia por ocuparem os postos de trabalho mais precários sem que tivessem sido tomadas medidas para o evitar.

O desemprego aumentou entre os jovens com idade inferior a 25 anos, em particular no caso das jovens mulheres (+4,6% face a +0,9% entre os jovens trabalhadores do sexo masculino), o que conduziu à subida da taxa de desemprego das jovens mulheres de 24,4% em 2020 para 26,4% em 2021, tendo-se mantido entre os homens jovens do mesmo grupo etário.

A precariedade é particularmente acentuada entre as trabalhadoras menores de 25 anos (59,6%) e no grupo dos 25 aos 34 anos (33,5%) devido às discriminações de que são alvo no trabalho, nomeadamente quando estão em idade fértil ou têm filhos, sendo mais elevada do que entre os trabalhadores homens das mesmas faixas etárias (57,1% e 28,3%, respectivamente).

As jovens trabalhadoras confrontam-se com custos de habitação muito elevados, nomeadamente nas grandes cidades e zonas limítrofes. Os custos elevados verificam-se, quer ao nível do arrendamento, quer ao nível da aquisição de casa própria através do recurso a empréstimo bancário e a um endividamento por largos anos, muitas vezes, por falta de alternativa de arrendamento a preços comportáveis. É um problema que as impede de sair da casa dos pais e ter a sua independência.

O aumento significativo de todos os salários, em especial das/os jovens trabalhadoras/es, tornouse um imperativo nacional para fazer face ao aumento galopante do custo de vida, que está a agravar-se com o escalar da guerra e com a especulação, com as dramáticas consequências que já se estão a fazer sentir para quem trabalha.

São, entre outras, razões de sobra para o crescimento da acção e luta das jovens trabalhadoras nos seus locais de trabalho, como foi a greve das jovens Auxiliares de Educação do Infantário Rainha Santa Isabel (Funchal) durante a Semana da Igualdade e para a participação nas Manifestações promovidas pela Interjovem/CGTP-IN em 31 de Março, no Porto e em Lisboa.

POR UM FUTURO MELHOR PARA AS NOVAS GERAÇÕES!


FONTE: Comissão para a Igualdade entre Mulheres e Homens - CIMH/CGTP-IN

Manifestação Nacional dos Jovens Trabalhadores – 31 de Março

 
 
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