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A Paz está diretamente relacionada com o desenvolvimento justo dos povos, o progresso da humanidade e o bem-estar dos trabalhadores, por inerência.
 A paz é um direito!
A guerra tem repercussões muito para lá das fronteiras dos conflitos, o que significa, que neste processo global de interdependência, por exemplo, alimentar e energética, em que a própria produção de bens está segmentada por áreas territoriais bem delimitadas, o local do conflito, embora possa estar territorialmente circunscrito, as consequências são sempre mais vastas e alargam-se a outros territórios e povos fora do conflito.
Mas, se o fim das guerras e da discriminação entre os povos não está nas nossas mãos, a manifestação contra a guerra e a favor da PAZ é um dever de todos os trabalhadores.
Recentemente, Mark Rutte, secretário-geral da Aliança Atlântica (NATO) afirmou, numa reunião com os Estados-membros, que a atual quota de 2 por cento do PIB nacional de cada Estado-membro não é suficiente, ousando sugerir que os Estados-membros diminuam os seus orçamentos com o sistema de segurança social e saúde para satisfazer o compromisso de contribuições com a NATO.
Nas festividades de Ano Novo, é muito frequente desejarmos, uns aos outros, PAZ e SAÚDE para o ano que entra.  Será que estes dois desejos não estão fortemente comprometidos?
Como podemos desejar PAZ e ser indiferente à guerra?
Podemos desejar SAÚDE e ficar indiferente a propostas que desviam o dinheiro das nossas contribuições para a saúde e segurança social, para a indústria da guerra?
No SINAPSA consideramos urgente pôr fim à GUERRA!
No dia 18 de janeiro, pelas 15 horas
Todos Juntos pela PAZ do Cais do Sodré ao Rossio
Não fiques indiferente. Participa com o SINAPSA nesta manifestação pela PAZ.

 

PAZ SIM. GUERRA NÃO!

 

INFO SINDICAL #5 | 15 JANEIRO 2025

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