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Banco de horas

Alteração proposta pelo governo: reposição integral do banco de horas individual e do banco de horas grupal com vista a facilitar, ainda mais, a sua implementação.

Consequências para os trabalhadores: permite o alargamento do tempo do trabalho por parte da entidade patronal sem compensação adicional imediata, levando a uma desregulação acentuada dos horários, dificultando a conciliação da vida pessoal com a profissional e promovendo uma maior individualização da relação de trabalho, agravando a desregulação dos horários.

Porque é que tem de ser evitada: a reposição dos bancos de horas é uma das medidas mais lesivas para o tempo de trabalho dos trabalhadores, aumentando a sua disponibilidade, a imprevisibilidade e a carga horária, acentuando a dificuldade gerir a sua vida pessoal e familiar.

Isenção de horário de trabalho

Alteração proposta pelo governo: alargamento das categorias de trabalhadores que podem ter isenção de horário.

Consequências para os trabalhadores: mais trabalhadores ficarão sujeitos regimes de isenção de horário, o que pode implicar um aumento não remunerado carga horária, ou remunerado de forma indevida, sem controlo rigoroso e com impacto da sua vida pessoal.

Porque é que tem de ser evitada: facilita a prestação de trabalho sem um horário definido e sem compensação adequada pelo tempo de trabalho adicional, podendo levar a abusos e a deterioração da qualidade de vida dos trabalhadores.

Regime faltas em antecipação ou prolongamento das férias

Alteração proposta pelo governo: introdução da possibilidade de faltas até 2 dias por ano a usar antes ou depois do período de férias, com perda de retribuição. A entidade patronal pode recusar apenas com fundamento em necessidades imperiosas da empresa.

Consequências para os trabalhadores: implica perda de retribuição, sem melhorar os direitos dos trabalhadores.

Porque é que tem de ser evitada: cria uma falsa benesse que, na prática, penaliza os trabalhadores com a perda de remuneração por dias de descanso adicionais.

Alterações ao Regime da Parentalidade

Alteração proposta pelo governo: a dispensa para amamentação seria reduzida até aos 2 anos da criança, exigindo atestado médico inicial, a renovar de 6 em 6 meses. O horário flexível ou de trabalho a tempo parcial para trabalhadores com responsabilidades familiares deveria ajustar-se ao funcionamento da empresa, incluindo o trabalho noturno ou em fins de semana e feriados. Revogação da falta por luto gestacional.

Consequências para os trabalhadores: prejuízo para os direitos dos trabalhadores com responsabilidades familiares, tornando mais difícil a conciliação da vida profissional com a vida familiar. A redução e burocratização da licença para amamentação e aleitação visa dificultar a continuidade da amamentação. A exigência de adaptar os horários flexíveis aos interesses da empresa submete um direito dos trabalhadores e seus filhos aos interesses empresariais. A revogação do luto gestacional remove um apoio importante.

Porque é que tem que ser evitada: estas alterações aprofundam o desequilíbrio entre a vida profissional e familiar, penalizando os trabalhadores que procuram conciliar estas dimensões. A conciliação é crucial para a saúde e bem-estar dos trabalhadores e para o bem-estar familiar, social e mental, assumindo como um importante factor de promoção da natalidade.

PACOTE LABORAL = ASSALTO AOS DIREITOS DOS TRABALHADORES

FOLHETO | DESREGULAÇÃO DE HORÁRIOS

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